terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Fundo espanhol desembarca no Brasil com € 400 milhões para investir

Naiana Oscar, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Um dos fundos de private equity mais antigos da Espanha, o Mercapital, está desembarcando no Brasil com 400 milhões em caixa para investir em empresas brasileiras emergentes que atuem nos segmentos de saúde, bens de consumo e infraestrutura. O escritório aberto em setembro em São Paulo é o primeiro do fundo fora de Madri. Essa também é a primeira vez que os espanhóis do Mercapital destinam seus recursos a empresas de fora.

O foco é América Latina e, especialmente, o Brasil. A previsão é que dois terços do investimento sejam abocanhados por empresas brasileiras. Mas também há interesse nos mercados chileno, colombiano, argentino, mexicano e peruano. O próximo escritório deve ser aberto em Bogotá.

"As oportunidades aqui não têm limites", diz o presidente do Mercapital, Javier Loizaga. Ele fala da América Latina com o entusiasmo de quem amargou três longos anos de crise na Europa e espera encontrar nas empresas latino-americanas uma nova oportunidade de crescimento.

O fundo chega ao País com uma estratégia diferente: não quer concorrer com os fundos de private equity (que investem na compra de fatias de empresas) locais. Em vez de aportar recursos diretamente em companhias brasileiras, o Mercapital vai capitalizar empresas espanholas e incentivar a entrada delas no Brasil.

"Não é uma operação meramente financeira, é industrial", explica Loizaga. "Oferecemos dinheiro e a experiência das companhias em que temos participação." Embora sejam embolsados por espanhóis, os 400 milhões são exclusivos para a compra de participação em companhias latino-americanas. Esse dinheiro foi captado pelo fundo em 2007, numa operação que levantou 1 bilhão, dos quais 600 milhões já foram investidos.

Os espanhóis costumam investir de 30 milhões a 120 milhões em cada operação. No radar, estão empresas familiares de porte médio com faturamento de até 300 milhões.

Hoje, são 19 negócios em carteira, a maioria nos segmentos de saúde (que vai de farmácias a academias de ginástica), de bens de consumo (principalmente alimentos) e de serviços auxiliares em infraestrutura. Entre as empresas do portfólio com potencial para fechar negócios no Brasil estão a Reccoleta , rede de laboratórios de diagnóstico por imagem, e a Ossa, líder em construção de túneis em rodovias.

Sem entrar em detalhes, Loizaga diz que há três negócios que já estão em fase de due diligence, em que as contas das empresas estão sendo analisadas. Há um grande interesse do fundo pela região Sul e pelo interior de São Paulo. "O Estado equivale a praticamente uma Espanha."

Interesses. O bom momento da economia brasileira explica apenas parte do interesse dos espanhóis. A crise europeia e o nível de maturidade atingido pelo mercado de consumo doméstico na Espanha ajudam a entender o restante. Ao contrário das alemãs, por exemplo, as companhias espanholas de médio porte não investiram em operações externas nos últimos anos. "O resultado é que sofremos muito mais com a crise." Agora, diz, é o momento de tentar consertar o erro e expandir os negócios.

Ter as atenções voltadas apenas para o mercado doméstico é uma armadilha que também pode derrubar as empresas brasileiras nos próximos anos. "O boom do consumo, a ascensão da classe média, os investimentos, tudo isso vimos acontecer na Espanha três décadas atrás", diz Loizaga. "Olhar o Brasil hoje é como ter um déjà-vu."

Segundo o executivo, as empresas familiares brasileiras se assemelham muito às espanholas, com o detalhe de que têm mais dificuldades de financiar seu crescimento.

Oriente Médio deve reconhecer que o povo quer mudanças, diz Obama

estadão.com.br
WASHINGTON - O presidente dos EUA, Barak Obama, disse nesta terça-feira, 15, que o Conselho Militar provisoriamente no poder no Egito está dando "sinais positivos" para reformas democráticas no país após a queda do presidente Hosni Mubarak devido a pressões populares.

Em entrevista coletiva na Casa Branca, Obama disse que os governos no Oriente Médio estão começando a entender "a fome pelas mudanças" do povo. "Está claro que uma geração jovem e vibrante está pedindo mais liberdade na região", disse.

Além dos protestos que derrubaram uma ditadura de 30 anos no Egito, o presidente da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, teve de renunciar por causa das manifestações populares. Iêmen, Bahrein, Argélia, Líbia e Irã também viveram dias de protestos.

Ao país persa, Obama expressou críticas, condenando o governo por reprimir protestos pacíficos que ocorreram na segunda-feira. O presidente americano disse esperar que o povo iraniano "tenha coragem para mostrar suas aspirações por liberdade". "Aconteceu no Egito e deve acontecer também no Irã", disse.

A exemplo da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, que na segunda-feira criticou o regime de Teerã pela repressão, Obama destacou a posição ambígua do governo de Mahmoud Ahmadinejad, que ao mesmo tempo em que elogiou as revoltas populares no Egito não permitiu marchas pacíficas em seu próprio país.

Com informações das agências AP, Reuters e Efe.

Petrobrás faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Santos

RIO - A Petrobrás encontrou nova reserva potencial de óleo no pré-sal, em área denominada como Macunaíma, dentro do chamado Polo de Tupi, na Bacia de Santos. O reservatório está localizado no bloco BM-S-10, onde já havia sido localizada a reserva denominada Parati.

Segundo nota à imprensa, a nova a acumulação de petróleo é de boa qualidade (26º API). A descoberta resultou da perfuração do poço 4-BRSA-818 (4-RJS-668), em lâmina d água de 2134 metros, a 244 km da costa do Estado do Rio de Janeiro.

A descoberta foi comprovada por meio de amostragem de óleo em teste a cabo, nos reservatórios localizados em profundidade de cerca de 5680 metros.

A Petrobrás é a operadora do consórcio para exploração do bloco BM-S-10 (65%), formado ainda pelas empresas BG Group (25%) e Partex Brasil (10%).

O consórcio dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a avaliação das jazidas descobertas nessa área conforme Plano de Avaliação aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), cuja conclusão está prevista para abril de 2012. A companhia ainda não apresentou quaisquer dados sobre o potencial da área.

Stocks take worst hit in 2 weeks

NEW YORK (CNNMoney) -- U.S. stocks finished lower Tuesday, posting the biggest losses in more than 2 weeks, as investors digested a weaker-than-expected report on January retail sales.

The Dow Jones industrial average (INDU) lost 42 points, or 0.3%, with Exxon Mobil (XOM, Fortune 500), Boeing (BA, Fortune 500) and Alcoa (AA, Fortune 500) leading the blue-chip index's decline.

The S&P 500 (SPX) fell 4 points, or 0.3%. NYSE Euronext (NYX, Fortune 500) -- the parent company of the New York Stock Exchange -- was one of the biggest losers on the index. Shares dropped 3.4% after the company announced it agreed to merge with Germany's Deutsche Boerse -- creating the world's largest exchange group.

The Nasdaq (COMP) slipped 13 points, or 0.5%, with a 2.7% drop in shares of Netflix (NFLX) weighing on the tech-heavy index. The losses came a day after the online movie rental company's stock rose to an all-time high. Chipmaker Qualcomm (QCOM, Fortune 500) said Monday it is developing a new platform, to bring Netflix and other video streaming services onto Google (GOOG, Fortune 500) Android-enabled smartphones.

It was the worst performance for all three indexes since Jan. 28.

The broad selling pressure came after the government reported that retail sales slowed in January, as consumers primarily focused on paying for groceries and gasoline.

For mergers, it's a small world after all
"Investors are disappointed with the retail sales data from last month that came in below expectations," said Timothy Ghriskey, chief investment officer at Solaris Asset Management. "January is a squirrely month anyway, and we also had a lot of bad weather."

Stocks ended Monday's session mixed, as investors mulled over President Obama's 2012 budget proposal in a quiet trading session. The $3.7 trillion budget request would cut the nation's long-term deficit by about $1.1 trillion, over the next 10 years.

The market has been moving gradually higher this year, amid expectations of an improving economy. The S&P 500 is up nearly 6% so far in 2011.

"This market has proven to be extremely resilient, and I think it still has more upside to it," Ghriskey said.


0:00 /2:36Deutsche Boerse gets NYSE
Economy: The Commerce Department said retail sales rose 0.3% in January, down from an increase of 0.5% in December. Sales were expected to have gained 0.5% in January, according to consensus estimates from economists surveyed by Briefing.com.

Sales excluding autos and auto parts also rose to a weaker-than-expected 0.3% -- compared to a 0.5% increase in ex-auto sales in December. Economists had forecast a rise of 0.6% in the measure for January.

The price index for U.S. imports increased 1.5% in January, the U.S. Bureau of Labor Statistics stated. The report cited higher prices for fuel and nonfuel imports as contributors to the advance. U.S. export prices rose 1.2% in January, following increases of 1.5% in November and 0.6% in December.

A separate report from the government showed that business inventories rose 0.8% in December, after edging up 0.2% the previous month. Economists were expecting inventories to increase 0.6%.

The National Association of Homebuilders' preliminary housing market index for February held steady at 16, missing expectations to rise to 17.

Companies: Sirius XM Radio (SIRI) reported a loss of 2 cents per share in the fourth quarter, and issued a 2011 sales outlook that was slightly below analysts' expectations. Shares fell 8.2%.

Hotel chain Marriott (MAR, Fortune 500) announced late Monday its plans to split into two separate, publicly traded companies. Under the plan, Marriott will spin off its timeshare operations and development business as a new independent company. Shares were up 1.1%.

Shares of Dell (DELL, Fortune 500) rallied more than 6% after the closing bell. The company posting fourth-quarter results that showed earning per share of 53 cents, beating expectations, and $15.69 billion in sales, which came in slightly below expectations. For the current year, Dell issued an upbeat guidance, saying it expects sales to rise between 5% and 9%.

World markets: European stocks closed mixed. Britain's FTSE 100 fell 0.4%, while the DAX finished slightly higher and France's CAC 40 added 0.3%.

China's consumer price index rose 4.9% in January, up slightly from 4.6% growth in December, according to data released by the Chinese government Tuesday morning.

Asian markets ended mixed. The Shanghai Composite was flat and the Hang Seng in Hong Kong slid nearly 1%, while Japan's Nikkei added 0.2%.

Fluxo de capital estrangeiro nos EUA fica positivo em US$ 48,2 bi

Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)

O fluxo de capital estrangeiro nos Estados Unidos ficou positivo em US$ 48,2 bilhões em dezembro de 2010, contra um fluxo de US$ 35,6 bilhões observado em novembro.
As informações foram divulgadas nesta terça-feira (15/2) pelo Departamento do Tesouro americano.
As compras líquidas de títulos de longo prazo no mercado americano atingiu US$ 65,9 bilhões em dezembro, ante US$ 85,1 bilhões de compras líquidas registradas no mês anterior.

Stocks end quietly after Obama's budget plan

NEW YORK (CNNMoney) -- U.S. stocks ended Monday's session mixed, as investors digested President Obama's 2012 budget proposal in a quiet trading session.

The Dow Jones industrial average (INDU) fell 5 points, or less than 0.1%, to 12,268; the S&P 500 index (SPX) gained 3.2 points, or 0.2%, to 1,332; and the Nasdaq Composite (COMP) rose 7.7 points, or 0.3%, to 2,817.Exxon Mobil (XOM, Fortune 500), Chevron (CVX, Fortune 500) and Alcoa (AA, Fortune 500) were among the top performers on the Dow, helped by a Chinese trade balance report that showed a 51% jump in imports last month for the world's now second-largest economy. Copper futures also climbed 2.1% during the session.

"Commodities, along with the long-term inflation story, continue be the primary support for this market," said Liz Ann Sonders, Charles Schwab's chief investment strategist.

Wal-Mart (WMT, Fortune 500) and Verizon (VZ, Fortune 500) were the biggest losers on the blue-chip index.

President Obama unveiled his administration's $3.7 trillion budget proposal, which will cut the nation's long-term deficit by about $1.1 trillion over the next 10 years.

Traders however said there was little for Wall Street to react to in the White House's proposal.

"The budget is not going to have a meaningful impact on equities," said Michael James, senior equity trader at Wedbush Morgan Securities in Los Angeles. "A lot of this was known well in advance."

Stocks hit multi-year highs and ended the week strong on Friday, as investors cheered the resignation of Egyptian President Hosni Mubarak.

For the week, the three major indexes closed 1.5% higher. The Dow and the S&P ended Friday's session at their highest levels since mid-June 2008.
Obama's wackiest budget cuts

Economy: With no reports on the domestic economy, stocks will probably have a "sideways performance," said Peter Cardillo, chief market economist with Avalon Partners.

Congress will hold budget hearings throughout the week, and investors are likely to focus their attention on deficit levels.

Companies: Shares of Emergency Medical Services (EMS). plunged 11%, after private equity firm Clayton, Dubilier & Rice announced plans to buy the company for $3.2 billion.

FedEx (FDX, Fortune 500) and UPS (UPS, Fortune 500) shares fell 1% in aftermarket trading after FedEx lowered its third-quarter outlook, citing the bad weather that plagued most of the nation this year and higher fuel costs.

Shares of General Electric (GE, Fortune 500) rose 0.8%, after the industrial conglomerate said it would purchase an oil-and-gas engineering company for $2.8 billion.

Shares of Green Mountain Coffee Roasters (GMCR) rose 7% on heavy volume after Starbucks (SBUX, Fortune 500) confirmed it was working on creating branded single-brew coffee products, but declined to say if it was working on a separate product or a partner. Green Mountain, with its Keurig cup system, is the largest producer of single-serve coffee products.

PIB da Alemanha cresce 0,4% no 4º trimestre, abaixo do esperado

Danielle Chaves, da Agência Estado

FRANKFURT - O crescimento da economia da Alemanha, a maior da Europa, permaneceu sólido no quarto trimestre de 2010, principalmente como resultado do comércio exterior, embora tenha se desacelerado levemente em relação ao terceiro trimestre, informou o escritório federal de estatísticas, o Destatis.

O Produto Interno Bruto (PIB) alemão subiu 0,4% nos três últimos meses do ano passado, em comparação com os três meses imediatamente anteriores, de acordo com dados ajustados sazonalmente, pela inflação e pelo calendário. Em relação ao quarto trimestre de 2009, a expansão foi de 4%.

Os resultados vieram um pouco abaixo das previsões dos analistas consultados pela Dow Jones, que esperavam crescimento de 0,5% sobre o terceiro trimestre e de 4,1% sobre o mesmo período do ano anterior. O Destatis afirmou que em todo o ano de 2010 o PIB da Alemanha aumentou 3,5%.

Os dados do terceiro trimestre foram confirmados em expansão trimestral de 0,7% e anual de 3,9%. No entanto, o crescimento trimestral do segundo trimestre foi revisado de 2,3% para 2,2%.

As exportações líquidas foram o principal motor do PIB no quarto trimestre de 2010, mas os investimentos fixos e o consumo doméstico também contribuíram, contrabalançando o declínio no investimento em construção relacionado ao clima frio, disse o Destatis.

Segundo o Destatis, o desempenho do PIB no quarto trimestre foi alcançado com 41 milhões de pessoas empregadas, o que representa uma alta de 422 mil, ou 1%, sobre o mesmo período de 2009. As informações são da Dow Jones.
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